Cães detectam melhor a Covid-19 do que os testes rápidos, aponta estudo

Os cães são capazes de detectar a Covid-19 em humanos melhor do que muitos testes de fluxo, conhecidos como testes rápidos, de acordo com um novo estudo francês, citado pelo ‘Independent’.

O estudo mostra que os cães são capazes de detectar a presença de coronavírus em humanos com 97% de precisão, sugerindo que possam ser usados ​​para triagem de vírus em massa em locais lotados, como aeroportos, estações de comboio e salas de espetáculo. A pesquisa mostrou ainda que os cães tiveram 91% de precisão na deteção de amostras negativas.

Os testes rápidos, por outro lado, identificaram corretamente em média 72% das pessoas infetadas com Covid-19 que apresentam sintomas. Para aqueles que não apresentam sintomas, a percentagem cai para 58%, revelou a pesquisa.

O estudo foi realizado entre março e abril e foi conduzido pela escola nacional de medicina veterinária de França, bem como pela unidade de pesquisa clínica do hospital Necker-Cochin de Paris.

Jean-Marc Tréluyer, professor da escola francesa, considerou os resultados “excelentes” e “comparáveis ​​aos de um teste de PCR”. Não foi sugerido que os cães substituíssem os testes de PCR, mas poderiam atuar como um indicador para ver quem precisa de ser testado.

Os investigadores recolheram amostras de suor de 335 pessoas com idades entre os seis e 76 anos que se apresentaram para um teste de PCR em Paris.

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51% dos pets atingiram o sobrepeso com isolamento social

Pesquisa mostra que durante a quarentena animais de estimação ganharam em média 1,2 kg

Com o acesso restrito às ruas e o longo período de isolamento social, alguns pets, entre os mais de 47,9 milhões de cães e gatos existentes atualmente nos lares brasileiros, como apontam dados do IBGE, tiveram mudanças significativas na rotina. Assim como nós, esses animais sofreram com ansiedade e, em muitos casos, ganharam aumento de peso pela falta de exercícios e caminhadas.

Um estudo realizado no Reino Unido pela Dog Friendly – com mais de mil pais e mães de pets -, mostrou que 51% dos pets estão acima do peso ideal. A média de ganho de peso durante a quarentena para cada cão é 1,2Kg. Considerando os tamanhos distintos, em média, as dez raças que mais ganharam peso são: Labrador Retriever, Buldogue Francês, Daschund, Beagle, Pastor Alemão, Cockapoos, Cocker Spaniel, West Highland Terrier, Shih Tzu e Chihuahua.

Para fomentar o cuidado e prevenir futuros danos à saúde dos bichinhos, a coordenadora de conteúdo da Petlove, Jade Petronilho, reforça alguns cuidados essenciais para levar em consideração e prevenir o ganho de peso deles.

Os donos devem acender um sinal de alerta quando sentirem dificuldade de apalpar as costelas e de enxergar com facilidade a cintura do animal. Afrouxar a coleira é um outro ponto de atenção, assim como a forma que o pet caminha, se locomove e respira, explica a especialista. Caso um desses fatores seja identificado, é importante levar o cachorro ou gato a um profissional veterinário, para possíveis exames e para a análise clínica.

Com possíveis doenças descartadas, o veterinário poderá passar dietas ao animal e a aplicação de exercícios, que durante a pandemia podem ser feitos dentro de casa. Jade faz algumas indicações: “Se o pet não tiver restrições de movimento, podemos incluir rampas, túneis, circuitos e outros tipos de objetos”, comenta.

Além disso, para que as atividades sejam mais vigorosas, é indicado que a pessoa aproveite para interagir com o pet neste momento, jogando bola, frisbee, fazendo com que ele procure seus brinquedos favoritos ou um petisco. “Hoje em dia, temos muitos produtos no mercado pet que ao mesmo tempo que o estimulam fisicamente também promovem uma atividade mental e sensorial ao animal, algo fundamental para seu bem-estar”, finaliza Petronilho.

Fonte: canaldopet.ig.com.br

Cachorro vítima de maus-tratos é adotado por bombeiros no interior de SP

Chamado de Caramelo, o novo mascote foi adotado e levado para o quartel da corporação de Catanduva (SP) há cerca de duas semanas.

O Corpo de Bombeiros de Catanduva (SP) resolveu transformar o quartel em lar definitivo de um cachorro vítima de maus-tratos. Chamado de Caramelo, o novo mascote foi adotado e levado para ficar com a corporação.

Segundo a veterinária do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Natália Amaral Ambrósio, Caramelo, a mãe e os irmãos foram resgatados no final do ano passado. Na época, os cães ainda viviam em uma casa, onde foram vítimas de maus-tratos.

A Polícia Militar recebeu denúncia sobre a situação e compareceu ao imóvel. Os animais, então, foram retirados do local.

“Os policiais entraram em contato comigo. Os irmãos do Caramelo não resistiram e acabaram morrendo. Mas ele sobreviveu e ficou conosco durante um tempo”, conta Natália Ambrósio.

Depois de receber atendimento veterinário, Caramelo participou de uma feira de adoção realizada por uma Organização Não Governamental (ONG).

Apesar de dócil, a ponto de dormir o evento inteiro, o cão foi o único que não recebeu um novo lar na ocasião. Porém, voluntárias publicaram fotos do animal nas redes sociais no dia seguinte, e um casal decidiu adotá-lo.

“Ele ficou uma semana ou menos com o casal. Não sei te dizer o motivo exato. Parece que ele cavou um buraco no quintal. O casal não quis mais o cachorro”, afirma Natália

Mascote dos bombeiros

A história de Caramelo começou a ganhar um novo rumo após equipes do Corpo de Bombeiros levarem um cachorro atropelado para receber atendimento no Centro de Controle de Zoonoses de Catanduva e perguntarem se não havia um cão disponível para adoção.

“Os bombeiros nos ajudam muito. Contei que o Caramelo estava precisando de uma casa. Eles foram vê-lo no hotel e decidiram levá-lo para o quartel do Parque Iracema”, diz a veterinária.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o Caramelo não foi o único mascote a ser adotado pela corporação. Antigamente, um outro cão ficava no quartel, mas o animal morreu.

Antes de dar um lar definitivo para Caramelo, os bombeiros pediram autorização do comando para poder adotá-lo e receberam “sinal verde”. O cachorro, então, foi levado ao quartel.

Atualmente, o novo mascote vive solto e faz companhia para todos os bombeiros que atuam no prédio. Além de receber carinho, o animal é alimentado diariamente.

Fonte: g1.globo.com

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ABRIL LARANJA: MÊS DE COMBATE DA CRUELDADE CONTRA OS ANIMAIS

Você sabia que no mês de abril é celebrado a prevenção contra os maus-tratos animais?

A luta contra a crueldade com os animais deve ser reforçada todos os dias. Afinal, maltratar ou abandonar animais é crime, sejam eles domésticos, silvestres ou exóticos.

Praticar ato de abuso e maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime no Brasil, conforme estabelece a Lei Federal nº 9.605/90 (Lei de Crimes Ambientais) e o Art. 164 do Código Penal. Estas penas também valem para quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animais vivos, e podem ser ainda maiores em casos onde ocorre a morte do animal.

Entenda o que é o Abril Laranja

Idealizado pela ASPCA (The American Society for the Prevention of Cruelty to Animals – Sociedade Americana de Prevenção da Crueldade aos Animais), o Prevention of Cruelty to Animals Month é o Abril Laranja no Brasil: O mês de combate à crueldade aos animais.

Por que a cor laranja? Porque esta é a cor da ASPCA.

Por que a campanha acontece em abril? Porque este é o mês em que a ASPCA foi fundada, no ano de 1866.

O que configura maus-tratos a animais?

  • Abandonar;
  • Ferir, mutilar ou envenenar;
  • Manter preso permanentemente;
  • Manter em locais pequenos e sem higiene;
  • Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
  • Deixar sem ventilação ou luz solar;
  • Não dar comida e água diariamente;
  • Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
  • Obrigar o trabalho excessivo ou superior à sua força;
  • Utilizar animais em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
  • Capturar animais silvestres;
  • Promover violência como rinhas, farra-do-boi, entre outros.

O COMBATE DA CRUELDADE CONTRA OS ANIMAIS

Existem diferentes maneiras de proteger a vida de um animal. Listamos abaixo alguns exemplos.

  • Adote um pet: Provavelmente, aí na sua cidade, existem muitos animais esperando por uma adoção;
  • Seja voluntário, apadrinhe ou doe: Você pode ser voluntário e ajudar ONGs e abrigos, apadrinhar um ou vários animais ou simplesmente doar alimentos;
  • Denuncie: Viu casos de maus tratos em geral? Entre em contato com ONGs e até mesmo com a polícia;
  • Jamais abandone um pet: A população de cães e gatos que vivem na rua não se formam sozinhas, estes animais certamente em sua maioria foram abandonados pelos seus tutores.

 A participação da sociedade também é importante no combate dos maus tratos aos animais, afinal, não queremos conviver com esse tipo de crime. Você também pode ajudar denunciando e por isso algumas cidades brasileiras possuem delegacia especializada na defesa animal, como é o caso de São Paulo e Campinas.

Dica para facilitar a denúncia

  • Fotografe e/ou filme os animais vítimas de maus-tratos e, se possível, reúna testemunhas.

A Pet Mais Vida apoia esta campanha, faça também a sua parte. Proteja a vida de um animal, denuncie!

Fonte: amoviralata.com, alavoura.com

Março Amarelo (Doenças Renais em Pets)

As doenças renais estão entre as principais causas de óbito de cães e gatos acima dos 7 anos de idade e, em graus diversos, chegam a acometer até 60% da população de pets idosos. Quando o problema se torna crônico, ele não tem cura, mas o diagnóstico precoce pode proporcionar melhor qualidade de vida para o animal.
12 de Março é o Dia Mundial do Rim e foi escolhida pela Sociedade Internacional Nefrologia para conscientizar a população sobre prevenção de doenças renais. Esta ação é importante para realização de exames preventivos e serve para alertar sobre a Doença Renal Crônica.
A DRC (Doença Renal Crônica) é silenciosa e também pode atingir cães e gatos.. Por isso o objetivo da campanha Março Amarelo é alertar os tutores sobre doenças crônicas renais, super perigosas, e as que mais atacam animais idosos (principalmente felinos). O objetivo é promover a prevenção e esclarecer como cuidar de um problema que pode ser tão grave.

 Quais são os sintomas das doenças renais em pets?

– Aumento da ingestão de água
– Alteração no volume diário de urina (para mais ou para menos)
– Alteração na cor e na consistência das fezes
– Vômito
– Diminuição do apetite e posterior emagrecimento
– Hálito forte
– Cansaço e fraqueza
Na prática, o que acontece com as doenças renais é que os rins param de exercer corretamente suas funções. As causas podem ser as mais diversas: infecções, traumas, intoxicações, parasitas, doenças autoimunes, congênitas ou hereditárias, entre outras. Por isso, é importante também sempre ter certeza de que seu bichinho está saudável e curado de eventuais problemas.
Para garantir que seu pet esteja saudável, é indicado a realização check-ups periódicos, principalmente porque algumas enfermidades, como a Doença Renal Crônica, só manifesta sintomas ao atingir estágios mais avançados