Curiosidades sobre Lhasa Apso

Cães da raça lhasa apso são muito populares nos lares brasileiros!

O Lhasa Apso é um dos cachorros de pequeno porte preferidos de quem deseja ter um pet em casa, mas mora em ambiente pequeno. Com pelos longos, orelhas finas e latido marcante, ele é um verdadeiro cão de guarda e grande companheiro.

Eles são tibetanos
A raça surgiu em uma das aldeias do Tibete em 800 a.C.. Por muitos anos esse cãozinho foi companheiro dos monges e budistas. Eles possuíam crenças sagradas sobre o animal, devido ao seu porte nobre e inteligência. Além disso, esses cães também protegiam os templos pela capacidade de identificarem quem era amigo ou inimigo.

Lhasa apso x shih tzu  

O costume de oferecer os cãezinhos da raça lhasa apso aos chineses pode ter contribuído com a semelhança com os shih tzus, pois acredita-se que o lhasa apso deu origem a uma série de raças de cães chineses.  Até hoje em dia, muitas pessoas têm o costume de fazer diversas comparações entre as raças, no entanto elas são bem diferentes.

As duas raças chegaram a pertencer ao mesmo grupo em 1935 devido à grande semelhança. Entretanto, algumas diferenças na aparência e comportamento foram percebidas e as raças foram separadas. O lhasa apso tem um pelo liso e comprido, já o shih tzu tem uma pelagem encaracolada e possui uma maior variedade de cores. Além disso, eles apresentam algumas diferenças no crânio e até mesmo no tamanho, o lhasa apso costuma crescer mais que o shih tzu.


O Lhasa Apso não é daqueles cãezinhos que precisam de muitos exercícios físicos. Por ele, tardes de soneca ao lado do tutor são momentos mais do que incríveis. Sendo um dos cãezinhos mais recomendados para apartamento, passeios curtinhos no início das manhãs ou aos finais de tardes já são ótimas atividades para ele.

Esse ar superior se dá pelo instinto guardião do pet, que teve sua origem do Tibet, ao lado de monges e pessoas da nobreza. A liderança também é um dos seus pontos fortes!

Como Manter as Patas do seu Pet Saudáveis

As almofadas das patinhas dos cães são sensíveis e demandam cuidados especiais para se manterem sempre limpas e saudáveis.
Para isso, separamos algumas dicas importantes para o dia a dia com seu pet:

Cuidado com os calos

Para evitar esse problema você pode revezar os ambientes de passeio com o seu pequeno. Hora na grama, hora no asfalto, por exemplo.
Atenção no horário dos passeios, principalmente se for no asfalto. Horários próximos ao meio dia podem fazer com que as patinhas do seu cachorro tenham queimaduras devido à alta temperatura do solo.
Outra dica importante é sempre estar atento no local de passeio. Um caco de vidro ou algum objeto cortante pode machucar o cão.


Hidrate as patinhas deles

Existem hoje no mercado produtos com essa finalidade.

Por fim, higienize muito bem depois de todo passeio

A rua tem muita sujeira e muitas bactérias. É fundamental que a limpeza das patas seja feita de forma adequada para evitar muitos problemas de saúde que podem ocorrer por conta disso.

51% dos pets atingiram o sobrepeso com isolamento social

Pesquisa mostra que durante a quarentena animais de estimação ganharam em média 1,2 kg

Com o acesso restrito às ruas e o longo período de isolamento social, alguns pets, entre os mais de 47,9 milhões de cães e gatos existentes atualmente nos lares brasileiros, como apontam dados do IBGE, tiveram mudanças significativas na rotina. Assim como nós, esses animais sofreram com ansiedade e, em muitos casos, ganharam aumento de peso pela falta de exercícios e caminhadas.

Um estudo realizado no Reino Unido pela Dog Friendly – com mais de mil pais e mães de pets -, mostrou que 51% dos pets estão acima do peso ideal. A média de ganho de peso durante a quarentena para cada cão é 1,2Kg. Considerando os tamanhos distintos, em média, as dez raças que mais ganharam peso são: Labrador Retriever, Buldogue Francês, Daschund, Beagle, Pastor Alemão, Cockapoos, Cocker Spaniel, West Highland Terrier, Shih Tzu e Chihuahua.

Para fomentar o cuidado e prevenir futuros danos à saúde dos bichinhos, a coordenadora de conteúdo da Petlove, Jade Petronilho, reforça alguns cuidados essenciais para levar em consideração e prevenir o ganho de peso deles.

Os donos devem acender um sinal de alerta quando sentirem dificuldade de apalpar as costelas e de enxergar com facilidade a cintura do animal. Afrouxar a coleira é um outro ponto de atenção, assim como a forma que o pet caminha, se locomove e respira, explica a especialista. Caso um desses fatores seja identificado, é importante levar o cachorro ou gato a um profissional veterinário, para possíveis exames e para a análise clínica.

Com possíveis doenças descartadas, o veterinário poderá passar dietas ao animal e a aplicação de exercícios, que durante a pandemia podem ser feitos dentro de casa. Jade faz algumas indicações: “Se o pet não tiver restrições de movimento, podemos incluir rampas, túneis, circuitos e outros tipos de objetos”, comenta.

Além disso, para que as atividades sejam mais vigorosas, é indicado que a pessoa aproveite para interagir com o pet neste momento, jogando bola, frisbee, fazendo com que ele procure seus brinquedos favoritos ou um petisco. “Hoje em dia, temos muitos produtos no mercado pet que ao mesmo tempo que o estimulam fisicamente também promovem uma atividade mental e sensorial ao animal, algo fundamental para seu bem-estar”, finaliza Petronilho.

Fonte: canaldopet.ig.com.br

Alimentos proibidos para cachorros

Neste vídeo da Pet Mais Vida, você confere alguns alimentos que jamais devem ser oferecidos para os cachorros devido ao grande risco de causar intoxicações e doenças!

Conheça o plano de saúde ideal para o seu pet: petmaisvida.com.br

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Quantos anos vive um gato?

Confira no vídeo quantos anos vive um gato!

Você também vai gostar deste post: Contagem dos anos de vida dos gatos

Alimentação correta

Além do que foi falado no vídeo, também devemos ressaltar que, Muitos especialistas em felinos defendem que se oferecermos alimentos de qualidade e bem-estar aos nossos gatos, já é meio caminho andado para uma vida longa e plena. Os gatos, por natureza, costumam ser seres mais estressados e desconfiados, por isso a qualidade de vida é tão importante para a saúde deles. Um ambiente com muito barulho, cheio de outros animais e sem enriquecimento ambiental pode, sim, diminuir a expectativa desses animais tão fascinantes.

Os gatos também precisam brincar

Por mais que seu felino seja do tipo mais sedentário e parado, os gatos têm um instinto de caça muito forte e precisam deste tipo de estímulo. O ideal é que sempre depois de uma boa brincadeira, ele receba petiscos ou a própria ração, pois é assim que eles se sentem recompensados e cada vez mais estimulados a brincar com seus tutores.

A atividade, além de tudo, faz com que  os gatos gastem energia e queimem calorias, evitando que se tornem obesos.

Contagem dos anos de vida dos gatos

A contagem dos anos de vida dos gatos é parecida com a dos cachorros, ou seja, os gatos também possuem ciclos de vida bem menores do que os seres humanos.

Continue lendo esta dica da Pet Mais Vida, pois iremos explicar como calcular a idade dos nossos queridos felinos, para que você saiba quantos anos vive um gato.

Tempo cronológico dos gatos

Converter os anos de um gato em “anos humanos” não é tão simples quanto usar um fator de 7 (como algumas pessoas pensam erroneamente com cães e, as vezes, com gatos). A principal razão é que os gatos amadurecem muito rapidamente nos primeiros dois anos de vida. Para converter a idade do gato a uma idade equivalente ao homem, um método mais aceito é contar 15 anos para o primeiro ano de vida e 10 anos para o segundo ano de vida. Depois disso, adiciona se 4 anos para cada ano do gato. Isto significa que quando o gato tiver dois anos de idade ele amadureceu aproximadamente o mesmo que um ser humano de 25 anos.

Assim, você poderá calcular a idade fisiológica real do seu gato e entender como se dá o processo de amadurecimento e envelhecimento, entendendo as limitações e prevendo os cuidados necessários conforme o seu bichano envelhece. Pessoas e animais mais velhos requerem mais cuidados e visitas médicas mais frequentes. Você deve planejar isso com o seu Veterinário, fazendo os ajustes necessários à dieta e aos cuidados médicos.

Dessa forma podemos calcular e resumir a “idade humana” do seu gato da seguinte forma:

Filhote de 1 mês de idade = um bebê de 6 meses de idade humana

Filhote de 3 meses de idade = criança de 4 anos de idade

Filhote de 6 meses de idade = 10 anos humanos

Filhote de 8 meses de idade = humano de 15 anos de idade

Um gato de 1 ano de idade, alcançou a idade adulta, o equivalente a 18 anos humanos

2 anos = 24 anos humanos de gato

4 anos = 35 anos humanos de gato

6 anos= 42 anos humanos de gato

8 anos = 50 anos humanos de gato

10 anos = 60 anos humanos de gato

12 anos = 70 anos humanos de gato

14 anos = 80 anos humanos de gato

16 anos = 84 anos humanos de gato e assim por diante.

Gato pequeno

Um gato é considerado filhote desde o seu nascimento e até um ano de vida. Os gatos pequenos são especialmente frágeis e vulneráveis e não devem expor-se ao exterior até terem em dia o calendário de vacinação felino, principalmente para evitar o contágio de qualquer doença.

Nesta etapa começa a socialização e precisam de cuidados muito específicos para conseguirem sobreviver. Entre eles podemos mencionar a alimentação, a temperatura ou a gestão do esfíncter. No final desta etapa é quando devemos começar a ensinar ao nosso gato a utilizar o arranhados e a caixa de areia.

Gato adulto

Os gatos adultos são aqueles que se encontram entre um ano e os setes anos de idade. Nesta etapa o gato já superou o processo de socialização e começa a maturidade sexual, que podem envolver a marcação de território e o primeiro cio de uma gata.

Este é o momento perfeito para planejar a esterilização, algo que devemos consultar com o nosso veterinário de confiança. O gato adulto, embora possa continuar brincalhão, começa a ter um comportamento mais estável.

Gato idoso

Os gatos idosos costumam mostrar um estilo de vida muito mais relaxado. Estima-se que cheguem a esta etapa com sete ou oito ano, ainda assim, superando esta idade alguns podem parecer muito jovens e ser ativos, dependerá de cada gato. No entanto, os gatos idosos passam mais horas dormindo, repousando e costumam começar a sofrer doenças típicas da idade como a perda de visão, problemas renais, dor muscular…

É muito importante saber bem os cuidados do gato idoso, uma vez que necessitará de uma alimentação específica, um lugar confortável onde dormir, entre outros cuidados.