Queda de imunidade em Pets

Quais as as causas e Fatores da Queda de Imunidade nos Pets

Quando ficamos com baixa imunidade, nos tornamos predispostos a contrair doenças, em decorrência de “ataques” de agentes infecciosos, pois nosso organismo não consegue combatê-los.

O mesmo ocorre com os nossos pets. Se estão com a imunidade baixa, seu organismo tem dificuldade de combater esses agentes infecciosos, abrindo espaço para que diversas doenças se instalem.

Entre diversos fatores para a queda de imunidade nos pets, estão:

– Estresse;

– Senilidade: animais idosos costumam ter a imunidade diminuída naturalmente, tornando seu sistema imunológico mais frágil;

– Filhotes: filhotes que ainda não concluíram o ciclo das vacinas, possuem baixa imunidade;

– Verminoses;

– Alimentação inadequada.

Seja ele filhote, adulto, idoso, esteja em fase de crescimento ou reprodução, uma alimentação e/ou suplementação adequada deve ser provida, sempre com um acompanhamento do médico veterinário.

Portanto, fique atento a qualquer sinal de queda de imunidade nos pets.

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Cuidados especiais com os pets no inverno

Saiba tudo o que precisa para cuidar dele com total segurança nesse período de muito frio

Nessa época de frio, é importante conhecer os cuidados essenciais para manter seu pet quentinho e saudável. Afinal, as mudanças bruscas de temperatura também dificultam a vida para os peludos e podem trazer incômodos como a gripe ou até mesmo pneumonia.

Assim como nós, os cães e gatos também sentem frio. Principalmente os filhotes, os idosos e os pets com pouco pelo.

1- Mantenha os pets aquecidos

Primeiro, é importante você pensar em deixá-los quentinhos o tempo todo. Por mais que os pelos dos bichinhos sejam um isolante térmico, não é por isso que estão total protegidos. O caso fica pior quando falamos em animais com a pelagem curta. É importante que eles fiquem em ambientes secos e sem vento, e caminhas, cobertores, ou até mesmo colocar algum tipo de isolante térmico no chão, como papelão, é necessário.

2- Os pets podem ficar doentes por causa do frio?

Assim como nós, os pets podem ficar gripados durante a época fria. Em gatos é comum vermos casos de  rinotraqueíte (conhecida como gripe felina), enquanto em cães é comum vermos a tosse canina . Além delas, ainda há doenças osteoarticulares como as artrites e as artroses.

3- A alimentação muda?

Algumas pessoas podem achar que o pet precisa comer mais no inverno. Mas a resposta para isso, de acordo com a veterinária, é NÃO! Tutores costumam alegar que eles precisam de mais calorias para manter a temperatura corporal, mas isso não está certo. Sem saber, estarão contribuindo para um desequilíbrio alimentar, que pode levar o bichinho a um quadro de sobrepeso.

Se o animal já se alimenta com uma ração de qualidade ou comida natural apropriada, as quantidades de nutrientes já são suficientes. Caso o tutor queira dar um agrado, pode oferecer algumas frutas como maçã, mamão, banana, e legumes como cenoura, brocoli e chuchu.

4- Banhos e tosas em dias frios

Se o animal toma banho em um pet shop, não há necessidade de alterar essa prática, pois nesses locais apropriados são utilizados água morna e secadores próprios. Se o pet toma banho em casa, prefira um horário do dia em que o clima estrá mais quente, como o final da manhã ou o começo da tarde, obrigatoriamente com água morna e secador. As tosas devem ser evitadas durante essa época.

5- Cães e gatos idosos merecem atenção especial no frio

É necessário dar mais atenção tanto aos filhotes como aos pets idosos. Estes últimos são os mais prejudicados, por apresentarem mais problemas articulares, terem pelos mais ralos e metabolismo mais lento. Portanto, visitas ao médico veterinário durante esse período são ainda mais necessárias.

6- Como mantê-los ativos no inverno

Durante o frio, é perigoso realizar os passeios com o animal de estimação fora de casa. Eles podem ser feitos nos horários mais quentes do dia, sempre respeitando as regras de distanciamento atuais e higiene. Dentro de casa, eles também podem se divertir com brincadeiras junto com o dono, brinquedos que goste, ossinhos, comedouros e, no caso dos gatos, arranhadores.

Fonte: canaldopet.ig.com.br

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OTITE EM PETS – O QUE É, CAUSAS, SINTOMAS, DIAGNÓSTICO, COMO TRATAR

Confira no vídeo tudo que você precisa saber sobre a Otite, uma das doenças inflamatórias mais comuns em cães!

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51% dos pets atingiram o sobrepeso com isolamento social

Pesquisa mostra que durante a quarentena animais de estimação ganharam em média 1,2 kg

Com o acesso restrito às ruas e o longo período de isolamento social, alguns pets, entre os mais de 47,9 milhões de cães e gatos existentes atualmente nos lares brasileiros, como apontam dados do IBGE, tiveram mudanças significativas na rotina. Assim como nós, esses animais sofreram com ansiedade e, em muitos casos, ganharam aumento de peso pela falta de exercícios e caminhadas.

Um estudo realizado no Reino Unido pela Dog Friendly – com mais de mil pais e mães de pets -, mostrou que 51% dos pets estão acima do peso ideal. A média de ganho de peso durante a quarentena para cada cão é 1,2Kg. Considerando os tamanhos distintos, em média, as dez raças que mais ganharam peso são: Labrador Retriever, Buldogue Francês, Daschund, Beagle, Pastor Alemão, Cockapoos, Cocker Spaniel, West Highland Terrier, Shih Tzu e Chihuahua.

Para fomentar o cuidado e prevenir futuros danos à saúde dos bichinhos, a coordenadora de conteúdo da Petlove, Jade Petronilho, reforça alguns cuidados essenciais para levar em consideração e prevenir o ganho de peso deles.

Os donos devem acender um sinal de alerta quando sentirem dificuldade de apalpar as costelas e de enxergar com facilidade a cintura do animal. Afrouxar a coleira é um outro ponto de atenção, assim como a forma que o pet caminha, se locomove e respira, explica a especialista. Caso um desses fatores seja identificado, é importante levar o cachorro ou gato a um profissional veterinário, para possíveis exames e para a análise clínica.

Com possíveis doenças descartadas, o veterinário poderá passar dietas ao animal e a aplicação de exercícios, que durante a pandemia podem ser feitos dentro de casa. Jade faz algumas indicações: “Se o pet não tiver restrições de movimento, podemos incluir rampas, túneis, circuitos e outros tipos de objetos”, comenta.

Além disso, para que as atividades sejam mais vigorosas, é indicado que a pessoa aproveite para interagir com o pet neste momento, jogando bola, frisbee, fazendo com que ele procure seus brinquedos favoritos ou um petisco. “Hoje em dia, temos muitos produtos no mercado pet que ao mesmo tempo que o estimulam fisicamente também promovem uma atividade mental e sensorial ao animal, algo fundamental para seu bem-estar”, finaliza Petronilho.

Fonte: canaldopet.ig.com.br

O que é Icterícia

Neste vídeo da Pet Mais Vida, você confere o que é a Icterícia e o que causa este problema nos pets.

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Alimentos proibidos para cachorros

Neste vídeo da Pet Mais Vida, você confere alguns alimentos que jamais devem ser oferecidos para os cachorros devido ao grande risco de causar intoxicações e doenças!

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Quantos anos vive um gato?

Confira no vídeo quantos anos vive um gato!

Você também vai gostar deste post: Contagem dos anos de vida dos gatos

Alimentação correta

Além do que foi falado no vídeo, também devemos ressaltar que, Muitos especialistas em felinos defendem que se oferecermos alimentos de qualidade e bem-estar aos nossos gatos, já é meio caminho andado para uma vida longa e plena. Os gatos, por natureza, costumam ser seres mais estressados e desconfiados, por isso a qualidade de vida é tão importante para a saúde deles. Um ambiente com muito barulho, cheio de outros animais e sem enriquecimento ambiental pode, sim, diminuir a expectativa desses animais tão fascinantes.

Os gatos também precisam brincar

Por mais que seu felino seja do tipo mais sedentário e parado, os gatos têm um instinto de caça muito forte e precisam deste tipo de estímulo. O ideal é que sempre depois de uma boa brincadeira, ele receba petiscos ou a própria ração, pois é assim que eles se sentem recompensados e cada vez mais estimulados a brincar com seus tutores.

A atividade, além de tudo, faz com que  os gatos gastem energia e queimem calorias, evitando que se tornem obesos.

Contagem dos anos de vida dos gatos

A contagem dos anos de vida dos gatos é parecida com a dos cachorros, ou seja, os gatos também possuem ciclos de vida bem menores do que os seres humanos.

Continue lendo esta dica da Pet Mais Vida, pois iremos explicar como calcular a idade dos nossos queridos felinos, para que você saiba quantos anos vive um gato.

Tempo cronológico dos gatos

Converter os anos de um gato em “anos humanos” não é tão simples quanto usar um fator de 7 (como algumas pessoas pensam erroneamente com cães e, as vezes, com gatos). A principal razão é que os gatos amadurecem muito rapidamente nos primeiros dois anos de vida. Para converter a idade do gato a uma idade equivalente ao homem, um método mais aceito é contar 15 anos para o primeiro ano de vida e 10 anos para o segundo ano de vida. Depois disso, adiciona se 4 anos para cada ano do gato. Isto significa que quando o gato tiver dois anos de idade ele amadureceu aproximadamente o mesmo que um ser humano de 25 anos.

Assim, você poderá calcular a idade fisiológica real do seu gato e entender como se dá o processo de amadurecimento e envelhecimento, entendendo as limitações e prevendo os cuidados necessários conforme o seu bichano envelhece. Pessoas e animais mais velhos requerem mais cuidados e visitas médicas mais frequentes. Você deve planejar isso com o seu Veterinário, fazendo os ajustes necessários à dieta e aos cuidados médicos.

Dessa forma podemos calcular e resumir a “idade humana” do seu gato da seguinte forma:

Filhote de 1 mês de idade = um bebê de 6 meses de idade humana

Filhote de 3 meses de idade = criança de 4 anos de idade

Filhote de 6 meses de idade = 10 anos humanos

Filhote de 8 meses de idade = humano de 15 anos de idade

Um gato de 1 ano de idade, alcançou a idade adulta, o equivalente a 18 anos humanos

2 anos = 24 anos humanos de gato

4 anos = 35 anos humanos de gato

6 anos= 42 anos humanos de gato

8 anos = 50 anos humanos de gato

10 anos = 60 anos humanos de gato

12 anos = 70 anos humanos de gato

14 anos = 80 anos humanos de gato

16 anos = 84 anos humanos de gato e assim por diante.

Gato pequeno

Um gato é considerado filhote desde o seu nascimento e até um ano de vida. Os gatos pequenos são especialmente frágeis e vulneráveis e não devem expor-se ao exterior até terem em dia o calendário de vacinação felino, principalmente para evitar o contágio de qualquer doença.

Nesta etapa começa a socialização e precisam de cuidados muito específicos para conseguirem sobreviver. Entre eles podemos mencionar a alimentação, a temperatura ou a gestão do esfíncter. No final desta etapa é quando devemos começar a ensinar ao nosso gato a utilizar o arranhados e a caixa de areia.

Gato adulto

Os gatos adultos são aqueles que se encontram entre um ano e os setes anos de idade. Nesta etapa o gato já superou o processo de socialização e começa a maturidade sexual, que podem envolver a marcação de território e o primeiro cio de uma gata.

Este é o momento perfeito para planejar a esterilização, algo que devemos consultar com o nosso veterinário de confiança. O gato adulto, embora possa continuar brincalhão, começa a ter um comportamento mais estável.

Gato idoso

Os gatos idosos costumam mostrar um estilo de vida muito mais relaxado. Estima-se que cheguem a esta etapa com sete ou oito ano, ainda assim, superando esta idade alguns podem parecer muito jovens e ser ativos, dependerá de cada gato. No entanto, os gatos idosos passam mais horas dormindo, repousando e costumam começar a sofrer doenças típicas da idade como a perda de visão, problemas renais, dor muscular…

É muito importante saber bem os cuidados do gato idoso, uma vez que necessitará de uma alimentação específica, um lugar confortável onde dormir, entre outros cuidados.

Março Amarelo (Doenças Renais em Pets)

As doenças renais estão entre as principais causas de óbito de cães e gatos acima dos 7 anos de idade e, em graus diversos, chegam a acometer até 60% da população de pets idosos. Quando o problema se torna crônico, ele não tem cura, mas o diagnóstico precoce pode proporcionar melhor qualidade de vida para o animal.
12 de Março é o Dia Mundial do Rim e foi escolhida pela Sociedade Internacional Nefrologia para conscientizar a população sobre prevenção de doenças renais. Esta ação é importante para realização de exames preventivos e serve para alertar sobre a Doença Renal Crônica.
A DRC (Doença Renal Crônica) é silenciosa e também pode atingir cães e gatos.. Por isso o objetivo da campanha Março Amarelo é alertar os tutores sobre doenças crônicas renais, super perigosas, e as que mais atacam animais idosos (principalmente felinos). O objetivo é promover a prevenção e esclarecer como cuidar de um problema que pode ser tão grave.

 Quais são os sintomas das doenças renais em pets?

– Aumento da ingestão de água
– Alteração no volume diário de urina (para mais ou para menos)
– Alteração na cor e na consistência das fezes
– Vômito
– Diminuição do apetite e posterior emagrecimento
– Hálito forte
– Cansaço e fraqueza
Na prática, o que acontece com as doenças renais é que os rins param de exercer corretamente suas funções. As causas podem ser as mais diversas: infecções, traumas, intoxicações, parasitas, doenças autoimunes, congênitas ou hereditárias, entre outras. Por isso, é importante também sempre ter certeza de que seu bichinho está saudável e curado de eventuais problemas.
Para garantir que seu pet esteja saudável, é indicado a realização check-ups periódicos, principalmente porque algumas enfermidades, como a Doença Renal Crônica, só manifesta sintomas ao atingir estágios mais avançados

Benefícios da castração

 

Os veterinários afirmam que a castração é a maneira mais eficaz e segura de prevenir várias doenças, além de auxiliar no controle populacional de cães e gatos.

O que é a castração?

A castração é um procedimento cirúrgico que implica na remoção do útero e ovários em fêmeas (ovariohisterectomia), e a retirada dos testículos em machos (orquiectomia).  A castração agrega diversas vantagens, como evitar a reprodução desordenada dos Pets e a prevenção à ocorrência de doenças, como tumores no aparelho reprodutivo, preservando a saúde do animal.

Porque devemos castrar as fêmeas?

  1. Evita acasalamentos indesejáveis, principalmente quando se tem um casal de animais de estimação;
  2. Evita o cancro nas glândulas mamárias na fase adulta;
  3. Evita Piometra (grave infecção uterina) em fêmeas adultas;
  4. Evita as “gravidezes psicológicas” e suas consequências como infecção das tetas;
  5. Evita cios;
  6. Evita o aumento do número de animais de rua;

Uma cadela consegue gerar de 10 a 15 crias e, se seus descendentes continuarem a se reproduzir, podem atingir o número de 64 mil nascimentos em seis anos! Esse contingente ainda é maior se forem felinos. Assim, continua a aumentar a população de animais que podem, em muitos casos, ser abandonados. Além de passarem fome, frio e serem vítimas de maus-tratos, também influenciam na disseminação de doenças.

Uma fêmea que é castrada antes do primeiro período fértil (cio) tem chances de diminuir o desenvolvimento do tumor de mama (uma vez que alguns tipos desta doença dependem da existência de hormônio produzido pelos ovários) em até 99%. Evitam também a ocorrência de outras doenças como a infecção uterina (piometra), o tumor de ovário ou de útero e a gravidez psicológica.

Porque devemos castrar os machos?

  1. Evita o aumento do número de animais de rua;
  2. Evita o constrangimento de cães “agarrando” em pernas ou braços de visitas;
  3. Evita a marcação do território (xixi fora do lugar);
  4. Evita a agressividade motivada por excitação sexual constante;
  5. Evita tumores testiculares;
  6. Evita fugas.

Em machos, a remoção dos testículos na juventude pode trazer diversos benefícios, como evitar o desenvolvimento de um tumor de próstata, a presença de hérnias perineais e diminuir riscos do Pet contrair TVT (tumor venéreo transmissível), uma vez que sem o estímulo hormonal, ele perde a libido e não irá mais acasalar.

Converse com o veterinário e tome a decisão mais recomendada para o seu pet!