Fique de olho na hidratação do pet

Assim como acontece com os humanos, cerca de 80% do corpo dos cães e gatos é composto por água. A desidratação é um sintoma da falta de líquidos e eletrólitos, que são fundamentais para o funcionamento adequado das células do organismo. A desidratação pode ocorrer em tempos de calor excessivo ou nos casos em que o: a perda dos líquidos leva à desidratação com consequências fatais caso não tratadas a tempo.
Cachorros e gatos podem, sim, ficar desidratados se não beberem água o suficiente durante as épocas quentes do ano. Se estiver tudo bem com a saúde dele e a água sempre fornecida à vontade, ele irá se encarregar sozinho de se manter hidratado.

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Outros motivos que são importantes causas para a ocorrência de um quadro de desidratação entre os cães e gatos são devido à perda de líquidos, através de vômitos ou diarreias causadas por diversos motivos, como nos quadros de parvovirose, por exemplo.

Como saber se o seu cachorro ou gato está ficando desidratado?

Principais sintomas que você pode observar se suspeitar de que o seu pet está ficando desidratado.
• Olhos “fundos” e perdendo o brilho natural;
• Letargia: o cachorro ou gato fica mais “lento” ou “tristinho” e locomove-se devagar;
• Falta de apetite ou o pet para totalmente de se alimentar;
• Imobilidade: ele não levanta ou anda sozinho nos casos graves.

Nos casos mais graves de desidratação, pode ser necessária atenção veterinária especial: internamento para a fluidoterapia, que é a administração do soro e eletrólitos, como sódio e potássio, por via oral ou intravenosa/subcutânea são administrados, essenciais e necessários para a recuperação do animal desidratado.
Você está sempre de olho se o seu pet está bebendo água?

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Curiosidades sobre Lhasa Apso

Cães da raça lhasa apso são muito populares nos lares brasileiros!

O Lhasa Apso é um dos cachorros de pequeno porte preferidos de quem deseja ter um pet em casa, mas mora em ambiente pequeno. Com pelos longos, orelhas finas e latido marcante, ele é um verdadeiro cão de guarda e grande companheiro.

Eles são tibetanos
A raça surgiu em uma das aldeias do Tibete em 800 a.C.. Por muitos anos esse cãozinho foi companheiro dos monges e budistas. Eles possuíam crenças sagradas sobre o animal, devido ao seu porte nobre e inteligência. Além disso, esses cães também protegiam os templos pela capacidade de identificarem quem era amigo ou inimigo.

Lhasa apso x shih tzu  

O costume de oferecer os cãezinhos da raça lhasa apso aos chineses pode ter contribuído com a semelhança com os shih tzus, pois acredita-se que o lhasa apso deu origem a uma série de raças de cães chineses.  Até hoje em dia, muitas pessoas têm o costume de fazer diversas comparações entre as raças, no entanto elas são bem diferentes.

As duas raças chegaram a pertencer ao mesmo grupo em 1935 devido à grande semelhança. Entretanto, algumas diferenças na aparência e comportamento foram percebidas e as raças foram separadas. O lhasa apso tem um pelo liso e comprido, já o shih tzu tem uma pelagem encaracolada e possui uma maior variedade de cores. Além disso, eles apresentam algumas diferenças no crânio e até mesmo no tamanho, o lhasa apso costuma crescer mais que o shih tzu.


O Lhasa Apso não é daqueles cãezinhos que precisam de muitos exercícios físicos. Por ele, tardes de soneca ao lado do tutor são momentos mais do que incríveis. Sendo um dos cãezinhos mais recomendados para apartamento, passeios curtinhos no início das manhãs ou aos finais de tardes já são ótimas atividades para ele.

Esse ar superior se dá pelo instinto guardião do pet, que teve sua origem do Tibet, ao lado de monges e pessoas da nobreza. A liderança também é um dos seus pontos fortes!

Como Manter as Patas do seu Pet Saudáveis

As almofadas das patinhas dos cães são sensíveis e demandam cuidados especiais para se manterem sempre limpas e saudáveis.
Para isso, separamos algumas dicas importantes para o dia a dia com seu pet:

Cuidado com os calos

Para evitar esse problema você pode revezar os ambientes de passeio com o seu pequeno. Hora na grama, hora no asfalto, por exemplo.
Atenção no horário dos passeios, principalmente se for no asfalto. Horários próximos ao meio dia podem fazer com que as patinhas do seu cachorro tenham queimaduras devido à alta temperatura do solo.
Outra dica importante é sempre estar atento no local de passeio. Um caco de vidro ou algum objeto cortante pode machucar o cão.


Hidrate as patinhas deles

Existem hoje no mercado produtos com essa finalidade.

Por fim, higienize muito bem depois de todo passeio

A rua tem muita sujeira e muitas bactérias. É fundamental que a limpeza das patas seja feita de forma adequada para evitar muitos problemas de saúde que podem ocorrer por conta disso.

Queda de imunidade em Pets

Quais as as causas e Fatores da Queda de Imunidade nos Pets

Quando ficamos com baixa imunidade, nos tornamos predispostos a contrair doenças, em decorrência de “ataques” de agentes infecciosos, pois nosso organismo não consegue combatê-los.

O mesmo ocorre com os nossos pets. Se estão com a imunidade baixa, seu organismo tem dificuldade de combater esses agentes infecciosos, abrindo espaço para que diversas doenças se instalem.

Entre diversos fatores para a queda de imunidade nos pets, estão:

– Estresse;

– Senilidade: animais idosos costumam ter a imunidade diminuída naturalmente, tornando seu sistema imunológico mais frágil;

– Filhotes: filhotes que ainda não concluíram o ciclo das vacinas, possuem baixa imunidade;

– Verminoses;

– Alimentação inadequada.

Seja ele filhote, adulto, idoso, esteja em fase de crescimento ou reprodução, uma alimentação e/ou suplementação adequada deve ser provida, sempre com um acompanhamento do médico veterinário.

Portanto, fique atento a qualquer sinal de queda de imunidade nos pets.

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Cuidados especiais com os pets no inverno

Saiba tudo o que precisa para cuidar dele com total segurança nesse período de muito frio

Nessa época de frio, é importante conhecer os cuidados essenciais para manter seu pet quentinho e saudável. Afinal, as mudanças bruscas de temperatura também dificultam a vida para os peludos e podem trazer incômodos como a gripe ou até mesmo pneumonia.

Assim como nós, os cães e gatos também sentem frio. Principalmente os filhotes, os idosos e os pets com pouco pelo.

1- Mantenha os pets aquecidos

Primeiro, é importante você pensar em deixá-los quentinhos o tempo todo. Por mais que os pelos dos bichinhos sejam um isolante térmico, não é por isso que estão total protegidos. O caso fica pior quando falamos em animais com a pelagem curta. É importante que eles fiquem em ambientes secos e sem vento, e caminhas, cobertores, ou até mesmo colocar algum tipo de isolante térmico no chão, como papelão, é necessário.

2- Os pets podem ficar doentes por causa do frio?

Assim como nós, os pets podem ficar gripados durante a época fria. Em gatos é comum vermos casos de  rinotraqueíte (conhecida como gripe felina), enquanto em cães é comum vermos a tosse canina . Além delas, ainda há doenças osteoarticulares como as artrites e as artroses.

3- A alimentação muda?

Algumas pessoas podem achar que o pet precisa comer mais no inverno. Mas a resposta para isso, de acordo com a veterinária, é NÃO! Tutores costumam alegar que eles precisam de mais calorias para manter a temperatura corporal, mas isso não está certo. Sem saber, estarão contribuindo para um desequilíbrio alimentar, que pode levar o bichinho a um quadro de sobrepeso.

Se o animal já se alimenta com uma ração de qualidade ou comida natural apropriada, as quantidades de nutrientes já são suficientes. Caso o tutor queira dar um agrado, pode oferecer algumas frutas como maçã, mamão, banana, e legumes como cenoura, brocoli e chuchu.

4- Banhos e tosas em dias frios

Se o animal toma banho em um pet shop, não há necessidade de alterar essa prática, pois nesses locais apropriados são utilizados água morna e secadores próprios. Se o pet toma banho em casa, prefira um horário do dia em que o clima estrá mais quente, como o final da manhã ou o começo da tarde, obrigatoriamente com água morna e secador. As tosas devem ser evitadas durante essa época.

5- Cães e gatos idosos merecem atenção especial no frio

É necessário dar mais atenção tanto aos filhotes como aos pets idosos. Estes últimos são os mais prejudicados, por apresentarem mais problemas articulares, terem pelos mais ralos e metabolismo mais lento. Portanto, visitas ao médico veterinário durante esse período são ainda mais necessárias.

6- Como mantê-los ativos no inverno

Durante o frio, é perigoso realizar os passeios com o animal de estimação fora de casa. Eles podem ser feitos nos horários mais quentes do dia, sempre respeitando as regras de distanciamento atuais e higiene. Dentro de casa, eles também podem se divertir com brincadeiras junto com o dono, brinquedos que goste, ossinhos, comedouros e, no caso dos gatos, arranhadores.

Fonte: canaldopet.ig.com.br

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Cães detectam melhor a Covid-19 do que os testes rápidos, aponta estudo

Os cães são capazes de detectar a Covid-19 em humanos melhor do que muitos testes de fluxo, conhecidos como testes rápidos, de acordo com um novo estudo francês, citado pelo ‘Independent’.

O estudo mostra que os cães são capazes de detectar a presença de coronavírus em humanos com 97% de precisão, sugerindo que possam ser usados ​​para triagem de vírus em massa em locais lotados, como aeroportos, estações de comboio e salas de espetáculo. A pesquisa mostrou ainda que os cães tiveram 91% de precisão na deteção de amostras negativas.

Os testes rápidos, por outro lado, identificaram corretamente em média 72% das pessoas infetadas com Covid-19 que apresentam sintomas. Para aqueles que não apresentam sintomas, a percentagem cai para 58%, revelou a pesquisa.

O estudo foi realizado entre março e abril e foi conduzido pela escola nacional de medicina veterinária de França, bem como pela unidade de pesquisa clínica do hospital Necker-Cochin de Paris.

Jean-Marc Tréluyer, professor da escola francesa, considerou os resultados “excelentes” e “comparáveis ​​aos de um teste de PCR”. Não foi sugerido que os cães substituíssem os testes de PCR, mas poderiam atuar como um indicador para ver quem precisa de ser testado.

Os investigadores recolheram amostras de suor de 335 pessoas com idades entre os seis e 76 anos que se apresentaram para um teste de PCR em Paris.

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O que é Icterícia

Neste vídeo da Pet Mais Vida, você confere o que é a Icterícia e o que causa este problema nos pets.

Conheça o plano de saúde ideal para o seu pet: petmaisvida.com.br

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ABRIL LARANJA: MÊS DE COMBATE DA CRUELDADE CONTRA OS ANIMAIS

Você sabia que no mês de abril é celebrado a prevenção contra os maus-tratos animais?

A luta contra a crueldade com os animais deve ser reforçada todos os dias. Afinal, maltratar ou abandonar animais é crime, sejam eles domésticos, silvestres ou exóticos.

Praticar ato de abuso e maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime no Brasil, conforme estabelece a Lei Federal nº 9.605/90 (Lei de Crimes Ambientais) e o Art. 164 do Código Penal. Estas penas também valem para quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animais vivos, e podem ser ainda maiores em casos onde ocorre a morte do animal.

Entenda o que é o Abril Laranja

Idealizado pela ASPCA (The American Society for the Prevention of Cruelty to Animals – Sociedade Americana de Prevenção da Crueldade aos Animais), o Prevention of Cruelty to Animals Month é o Abril Laranja no Brasil: O mês de combate à crueldade aos animais.

Por que a cor laranja? Porque esta é a cor da ASPCA.

Por que a campanha acontece em abril? Porque este é o mês em que a ASPCA foi fundada, no ano de 1866.

O que configura maus-tratos a animais?

  • Abandonar;
  • Ferir, mutilar ou envenenar;
  • Manter preso permanentemente;
  • Manter em locais pequenos e sem higiene;
  • Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
  • Deixar sem ventilação ou luz solar;
  • Não dar comida e água diariamente;
  • Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
  • Obrigar o trabalho excessivo ou superior à sua força;
  • Utilizar animais em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
  • Capturar animais silvestres;
  • Promover violência como rinhas, farra-do-boi, entre outros.

O COMBATE DA CRUELDADE CONTRA OS ANIMAIS

Existem diferentes maneiras de proteger a vida de um animal. Listamos abaixo alguns exemplos.

  • Adote um pet: Provavelmente, aí na sua cidade, existem muitos animais esperando por uma adoção;
  • Seja voluntário, apadrinhe ou doe: Você pode ser voluntário e ajudar ONGs e abrigos, apadrinhar um ou vários animais ou simplesmente doar alimentos;
  • Denuncie: Viu casos de maus tratos em geral? Entre em contato com ONGs e até mesmo com a polícia;
  • Jamais abandone um pet: A população de cães e gatos que vivem na rua não se formam sozinhas, estes animais certamente em sua maioria foram abandonados pelos seus tutores.

 A participação da sociedade também é importante no combate dos maus tratos aos animais, afinal, não queremos conviver com esse tipo de crime. Você também pode ajudar denunciando e por isso algumas cidades brasileiras possuem delegacia especializada na defesa animal, como é o caso de São Paulo e Campinas.

Dica para facilitar a denúncia

  • Fotografe e/ou filme os animais vítimas de maus-tratos e, se possível, reúna testemunhas.

A Pet Mais Vida apoia esta campanha, faça também a sua parte. Proteja a vida de um animal, denuncie!

Fonte: amoviralata.com, alavoura.com

Contagem dos anos de vida dos gatos

A contagem dos anos de vida dos gatos é parecida com a dos cachorros, ou seja, os gatos também possuem ciclos de vida bem menores do que os seres humanos.

Continue lendo esta dica da Pet Mais Vida, pois iremos explicar como calcular a idade dos nossos queridos felinos, para que você saiba quantos anos vive um gato.

Tempo cronológico dos gatos

Converter os anos de um gato em “anos humanos” não é tão simples quanto usar um fator de 7 (como algumas pessoas pensam erroneamente com cães e, as vezes, com gatos). A principal razão é que os gatos amadurecem muito rapidamente nos primeiros dois anos de vida. Para converter a idade do gato a uma idade equivalente ao homem, um método mais aceito é contar 15 anos para o primeiro ano de vida e 10 anos para o segundo ano de vida. Depois disso, adiciona se 4 anos para cada ano do gato. Isto significa que quando o gato tiver dois anos de idade ele amadureceu aproximadamente o mesmo que um ser humano de 25 anos.

Assim, você poderá calcular a idade fisiológica real do seu gato e entender como se dá o processo de amadurecimento e envelhecimento, entendendo as limitações e prevendo os cuidados necessários conforme o seu bichano envelhece. Pessoas e animais mais velhos requerem mais cuidados e visitas médicas mais frequentes. Você deve planejar isso com o seu Veterinário, fazendo os ajustes necessários à dieta e aos cuidados médicos.

Dessa forma podemos calcular e resumir a “idade humana” do seu gato da seguinte forma:

Filhote de 1 mês de idade = um bebê de 6 meses de idade humana

Filhote de 3 meses de idade = criança de 4 anos de idade

Filhote de 6 meses de idade = 10 anos humanos

Filhote de 8 meses de idade = humano de 15 anos de idade

Um gato de 1 ano de idade, alcançou a idade adulta, o equivalente a 18 anos humanos

2 anos = 24 anos humanos de gato

4 anos = 35 anos humanos de gato

6 anos= 42 anos humanos de gato

8 anos = 50 anos humanos de gato

10 anos = 60 anos humanos de gato

12 anos = 70 anos humanos de gato

14 anos = 80 anos humanos de gato

16 anos = 84 anos humanos de gato e assim por diante.

Gato pequeno

Um gato é considerado filhote desde o seu nascimento e até um ano de vida. Os gatos pequenos são especialmente frágeis e vulneráveis e não devem expor-se ao exterior até terem em dia o calendário de vacinação felino, principalmente para evitar o contágio de qualquer doença.

Nesta etapa começa a socialização e precisam de cuidados muito específicos para conseguirem sobreviver. Entre eles podemos mencionar a alimentação, a temperatura ou a gestão do esfíncter. No final desta etapa é quando devemos começar a ensinar ao nosso gato a utilizar o arranhados e a caixa de areia.

Gato adulto

Os gatos adultos são aqueles que se encontram entre um ano e os setes anos de idade. Nesta etapa o gato já superou o processo de socialização e começa a maturidade sexual, que podem envolver a marcação de território e o primeiro cio de uma gata.

Este é o momento perfeito para planejar a esterilização, algo que devemos consultar com o nosso veterinário de confiança. O gato adulto, embora possa continuar brincalhão, começa a ter um comportamento mais estável.

Gato idoso

Os gatos idosos costumam mostrar um estilo de vida muito mais relaxado. Estima-se que cheguem a esta etapa com sete ou oito ano, ainda assim, superando esta idade alguns podem parecer muito jovens e ser ativos, dependerá de cada gato. No entanto, os gatos idosos passam mais horas dormindo, repousando e costumam começar a sofrer doenças típicas da idade como a perda de visão, problemas renais, dor muscular…

É muito importante saber bem os cuidados do gato idoso, uma vez que necessitará de uma alimentação específica, um lugar confortável onde dormir, entre outros cuidados.

Março Amarelo (Doenças Renais em Pets)

As doenças renais estão entre as principais causas de óbito de cães e gatos acima dos 7 anos de idade e, em graus diversos, chegam a acometer até 60% da população de pets idosos. Quando o problema se torna crônico, ele não tem cura, mas o diagnóstico precoce pode proporcionar melhor qualidade de vida para o animal.
12 de Março é o Dia Mundial do Rim e foi escolhida pela Sociedade Internacional Nefrologia para conscientizar a população sobre prevenção de doenças renais. Esta ação é importante para realização de exames preventivos e serve para alertar sobre a Doença Renal Crônica.
A DRC (Doença Renal Crônica) é silenciosa e também pode atingir cães e gatos.. Por isso o objetivo da campanha Março Amarelo é alertar os tutores sobre doenças crônicas renais, super perigosas, e as que mais atacam animais idosos (principalmente felinos). O objetivo é promover a prevenção e esclarecer como cuidar de um problema que pode ser tão grave.

 Quais são os sintomas das doenças renais em pets?

– Aumento da ingestão de água
– Alteração no volume diário de urina (para mais ou para menos)
– Alteração na cor e na consistência das fezes
– Vômito
– Diminuição do apetite e posterior emagrecimento
– Hálito forte
– Cansaço e fraqueza
Na prática, o que acontece com as doenças renais é que os rins param de exercer corretamente suas funções. As causas podem ser as mais diversas: infecções, traumas, intoxicações, parasitas, doenças autoimunes, congênitas ou hereditárias, entre outras. Por isso, é importante também sempre ter certeza de que seu bichinho está saudável e curado de eventuais problemas.
Para garantir que seu pet esteja saudável, é indicado a realização check-ups periódicos, principalmente porque algumas enfermidades, como a Doença Renal Crônica, só manifesta sintomas ao atingir estágios mais avançados